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Joias que se transformam

Tudo sempre pode ser melhorado, e as rainhas e princesas sabem disso. Por mais maravilhosas que sejam as joias reais, sempre há algum detalhe que pode ser mudado. Até porque as joias são eternas, mas podem ser atualizadas ao gosto pessoal ou estilo de uma época. À medida que as modas mudam, a realeza costuma reciclar seus tesouros em gemas e metais preciosos.

Se vocês se acham inquietas e adoram inventar moda, vão gostar de conhecer essas joias que mudaram de mãos e de design ao longo do tempo. Reuni aqui algumas relíquias da herança real que foram estilizadas por várias gerações. Confiram!

Gargantilha de diamantes da Queen Mary

A poderosa Queen Mary foi a primeira a possuir esta peça de diamante – uma das muitas gargantilhas em sua coleção. Após a sua morte, a joia só foi vista novamente em 1975, quando a rainha-mãe usou-a em seu retrato de aniversário de 75 anos. Hoje, Kate Middleton é quem desfila com a joia, que agora adorna o pulso e não mais o pescoço. A peça foi transformada em pulseira, mas mantém intacto o design inspirado no Art Decó.

Colar de casamento da rainha Alexandra

O príncipe Albert (o futuro rei Edward VII) deu à sua noiva, princesa Alexandra, da Dinamarca, um conjunto de joias como presente de casamento. Entre as peças estava o que veio a ser conhecido como “Colar de Casamento da Rainha Alexandra”. A peça foi passada para a rainha-mãe, que a usava com frequência até sua morte em 2002, após a qual entrou para a coleção da rainha Elizabeth. O colar que é adornado com pérolas bem poderosas, foi mantido fora de vista por vários anos, até que a duquesa Kate o usou no banquete do estado holandês em 2018.

Originalmente a joia incluía uma tiara combinada, conhecida como Tiara Rundell, que infelizmente desapareceu do público, uma pena! Mas o colar tem sido usado por Kate e ganhou um novo vigorar, repararam? Mais comprido, realça o colo de maneira elegante, romântico e levemente sensual.

A Tiara de Delhi Durbar

Esta peça exagerada tem uma história difícil em seu passado, pois suas raízes estão na era colonial britânica. A tiara foi feita para o Delhi Durbar de 1911, uma celebração que marcou a coroação do rei George V e da Queen Mary e do imperador e imperatriz da Índia. Mary emprestou-o mais tarde à rainha-mãe, sua nora, que o guardou até sua morte em 2002. Alguns anos depois, o Delhi Durbar foi a primeira tiara usada por Camilla Parker, duquesa da Cornualha, em um evento real.

A Tiara Delhi Durbar foi feita a partir dos componentes da Tiara Boucheron Loop, outra peça de cabelo da rainha Mary. Foi originalmente coberta com esmeraldas em forma de gota, mas Mary as removeu, colocando-as na Tiara Vladimir.  Ocasionalmente os diamantes Cullinan II e IV – diamantes realmente enormes! – eram usados no topo da tiara.  A versão contemporânea é bem menos suntuosa que a original, com um design menos dramático e mais leve.

Beijo, beijo!

Miguel Alcade

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