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Flor de Lapela: história e romantismo

Sigo em casa, na quarentena, mas confiante e, mais do que nunca, apaixonado pela vida. Sei que dizem que o mundo vai mudar, mas permaneço com algumas certezas dentro de mim: que mude para melhor, pois sairemos todos mais fortes e unidos do que nunca, e ainda que seja essa seja uma era de grandes transformações, sempre haverá espaço para o amor! Concordam comigo?

Pois então vamos em frente abrindo espaço para tudo o que nos inspira e alimenta o melhor de nós! Eu tenho mergulhado fundo na minha paixão pela joalheria e o mundo dos casamentos. Encontrei aqui uma história muito bacana sobre a origem da Flor de Lapela e como é que ela se tornou uma tradição entre noivos e padrinhos.

Amei descobrir que o significado desse símbolo, que é um retrato da mais pura elegância e paixão. O termo é uma variação do francês boutonnière, mas na verdade tem origem em um dos casamentos mais bafônicos da história, o enlace da Rainha Vitória com o príncipe Albert. Quanto mais eu estudo esse casal, mais descubro detalhes do quanto eles influenciaram e continuam influenciando os casamentos. Uma dupla que realmente merece a nossa admiração!

No dia do noivado, o príncipe Albert recebeu de Vitória um ramalhete com flores preferidas dela. Como a maioria dos homens, ele simplesmente não sabia o que fazer com aquele presente… rsrsrs. Sem saber onde enfiar as flores, decidiu abrir um pequeno corte na lapela do paletó e tratou de encaixar a haste do buquê. Qual a intenção dele ao fazer isso? Mais romântico impossível: para se lembrar de sua amada sempre que sentisse o aroma das flores!

Os tempos são outros, os costumes mudaram, e a tradição evoluiu. Hoje, em vez de flores naturais que se perdem com o tempo, as noivas têm a oportunidade de presentear o amado com buquês de lapela bem mais preciosos. Foi pensando nisso que criei a Coleção Eros, que apresenta Flores de Lapela que são verdadeiras joias masculinas. Um acessório de estilo, perfeito para conferir mais elegância aos looks de noivos e padrinhos.

E agora que vocês já conhecem a história de que está por trás desse ícone do casamento, que tal oferecer um ramalhete ao amado em seu grande dia?

Beijo, beijo!

Miguel Alcade

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